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Penitência

Diarística. Autoficção. Rompantes mais ou menos semânticos.

Penitência

Diarística. Autoficção. Rompantes mais ou menos semânticos.

Confissão de uma pecadora

Nas letras não há um método, tampouco análise. Não se traz a palavra na ponta da pinça para a placa de ágar.

A ciência aí é doutra espécie, não se acinzenta a arte; quando muito, acentuamos-lhe as cores. Por isso, escrever sobre livros é ridículo, mais ridículo na pretensão académica de destrinçar positivistamente a metodologia. Não deixar espaço ao adjetivo é não deixar ar ao enfermo, a concisão é falaciosa se escrevo sobre este e não sobre aquele. Escrever sobre literatura é amanhá-la como a um peixe morto e dá-la a ler como uma bula.